As informações mínimas para começar
Distância-alvo e tempo desejado não bastam. Experiência recente, frequência atual, dias livres e forma de perceber esforço ajudam a evitar um plano desconectado da realidade.
- Nível e histórico recente de corrida informado pelo atleta
- Objetivo e horizonte de tempo
- Quantidade de dias e tempo disponível por sessão
- Preferências, limitações relatadas e acesso a locais de treino
- Feedback sobre o que foi ou não executado
Cada sessão precisa responder “o quê, quanto e como”
Uma orientação clara descreve o tipo de treino, sua duração ou distância, as pausas quando houver e a referência de intensidade. Pace pode ser uma dessas referências, mas percepção de esforço e condições do dia também importam.
O corredor deve conseguir diferenciar aquecimento, parte principal e recuperação sem depender de interpretar termos ambíguos.
Progressão é uma sequência, não uma escalada automática
Mais volume ou velocidade nem sempre é o próximo passo. A organização semanal precisa equilibrar estímulo e recuperação de acordo com o contexto disponível.
Quando treinos deixam de ser realizados ou a rotina muda, preservar a coerência pode exigir reorganização, manutenção ou redução — não compensação apressada.
Quando revisar a planilha
Mudança de disponibilidade, nova meta e feedback recorrente são motivos práticos para revisar um planejamento. Dados de relógio podem ajudar, mas devem ser lidos com contexto e não como diagnóstico.
Sintomas, dor ou questões clínicas não devem ser resolvidos com ajuste automático de planilha. Procure atendimento habilitado.
Como a planilha aparece na experiência Korah
A experiência pública da Korah apresenta perfil inicial, painel de planejamento, treino do dia com referências de ritmo, análise posterior e histórico. A intenção é manter o ciclo em um só produto.
A disponibilidade de recursos pode mudar por versão ou plano. Consulte o aplicativo e os termos atuais antes de tomar uma decisão de compra.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre planilha genérica e personalizada?
A genérica parte de um perfil médio. A personalizada usa informações do corredor e deve deixar claro como elas influenciam frequência, conteúdo e revisões.
Pace é a única forma de controlar intensidade?
Não. Pace é útil, mas terreno, clima, fadiga e precisão do dispositivo interferem no número. Percepção de esforço e outras referências podem complementar a leitura.
Devo compensar um treino perdido no dia seguinte?
Não existe uma regra universal. Inserir uma sessão sem considerar o restante da semana pode concentrar carga. O planejamento deve ser revisto de forma contextual.
Uma planilha personalizada garante resultado?
Não. Ela organiza decisões com base nas informações disponíveis, mas desempenho varia conforme adesão, saúde, recuperação, ambiente e outros fatores individuais.